Olho-te e não me notas, como notas musicais do cotidiano apenas passo ao seu lado em sintonia supérfluas ao seu notar.
Olho-te e não imaginas o quanto imagino nós, cheio de momentos ternos sem roupas em minha mente; nem imaginas o que faço com a gente.
Olho-te e quando notares o que imagino, você perderá as migalhas que deixou para encontrar o passado, e como viveremos?
Nus!

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