segunda-feira, 23 de março de 2009

O que é amor, se não o querer próprio
Sentindo-se bem em via de terceiros...
Contraposto digo-lhe
Não se deixe levar por eloquência românticas
Ou, tornar-se-á escravo de filosofias não pertencentes a suas
Quanto mais nos conhecemos
Mas nos afastamos
De tudo e de todos
Procurando nossa sobrevivência no segredo
...o âmbar da morte...
em tudo há lágrimas
no meu amor
e em você
Saber que o subsídio de tudo que existe é a mentira
E o que é a mentira, se não uma verdade em que acreditamos!
Se, ser louco, é ser o que eles me disseram
Procuro um novo epíteto
Que explique a balburdia de meus pensamentos
Ando por inércia
Para chegar
Não sei onde
Desfrutando do deleite da viagem
Onde encontram-se o êxtase da respiração
O suor dos corpos,
O sexo da mente,
E as teorias que lapidamos;
para assim chegar ao fim
no abismo, no buraco
que cavamos com a nossa tolice de viver!

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