quinta-feira, 2 de abril de 2009

Um dia levanto e resolvo fugir de mim
Formar acordes com a natureza
Em nossos momentos mais sórdidos e cálidos.
Não há poesia nisso
Emoções, conquanto que sejam vagas
longas medidas de espera
notando a sujeira que havia em nós
você partiu...
Ressaltou-me a culpa
E responda-me, onde há vida nisso tudo?
Acabou aqui!
Vou brindar sua ida junto com a minha
E na cura de um novo começo
toda dolorida, ressacada e com sede
Vomitarei um pouco desse amor
Quando ele inteiro se acabar
Encontro-me com você
Onde estiver que esteja!

Um comentário:

  1. Seus poemas contradizem a imagem que tinha de ti.
    Onde acaba o ser humano e começa o poeta?
    Enigma.
    Refletir-se em palavras e sentimentos paradoxais é um talento.

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