sábado, 31 de outubro de 2009

Nós - Nó

E de repente éramos a face do mais desgastante de nós, mortos.
Também gostar já não sabíamos mais.
Nem telefonemas, nem portas batidas; nem você era o que queríamos.
Conquanto eu.
Buscar o que tínhamos sempre foi nossa tolice, e ainda fazemos do erro inicial nossa história final.
Digamos ao entardecer que ele nunca nos entendeu, se nossa núpcias só seria concebida na hostilidade da noite, ou seria na nossa?
Óh o barulho que perdura, atormenta tanto nossas falhas, se ao menos todos pudessem se calarem para ouvirmos, a nós - a nós - um brinde!
Esponsais sem fim, sem papel, sem uma verdade, sem um fragor de sujeiras do nosso caráter.
Nós sem um início no fim.

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